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Revista FIEL


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24.11.2016
Missões na África
Sempre empenhada em ajudar na transformação de vidas, a Associação Vitória em Cristo colabora com o projeto de missões em Guiné-Bissau, na África. O trabalho é realizado pelo pastor Luciano Fraga e sua esposa, a missionária Vanessa Fraga. A missão surgiu em 2006 e, desde então, vem cooperando no país por meio de ajuda espiritual e social, implantando igrejas e servindo por intermédio do trabalho sólido na área da educação.

A parceria com a Avec começou em 2011, e ela tem gerado grandes frutos. O trabalho tem crescido e vem se expandindo por toda Guiné-Bissau. A mais nova construção da missão é um prédio onde funcionará uma escola com capacidade para 600 alunos e a igreja sede para três mil pessoas. A obra está localizada em Bissau, capital do país, e se encontra na fase de estruturação da galeria do templo.

Além dessa novidade, o projeto possui duas escolas, uma no bairro de Quelele, em Bissau, e outra na aldeia Pefine de Areia, e um centro de recreação, localizado na aldeia de Sarendjobo. As aulas começam às 8h da manhã e terminam ao meio-dia. As crianças realizam as refeições e, no fim da tarde, elas têm aula de educação física. No total, 460 alunos são atendidos pelo trabalho. O colégio da capital trabalhava apenas com o ensino básico e, a partir deste ano, os alunos poderão concluir seus estudos até o ensino médio.

Com esse crescimento da missão e a inclusão do ensino médio à escola, o pastor Silas Malafaia ajudará os estudantes que se destacarem ao longo de sua formação. “Quando o pastor Luciano formar alunos no ensino médio, aqueles que forem de excelência, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo custeará a universidade para eles aqui no Brasil”, afirma o pastor.

Neste ano, o ensino de língua estrangeira foi inserido na matriz curricular da escola. “A escola vai crescendo a cada ano juntamente com os alunos”, afirma o pastor Luciano. Um novo professor ensina inglês às crianças, e elas aceitaram a disciplina e ficaram felizes com o aprendizado. Além de todos os estudantes que são beneficiados com o projeto, a missão emprega 18 professores, dois secretários, um coordenador pedagógico, três merendeiras, três auxiliares de serviço geral, um guarda e um zelador.

Mudança na vida social e espiritual

O projeto de educação da missão é uma porta para o conhecimento e evangelização de crianças. “Temos visto a mudança da vida das crianças. Muitas delas têm crescido no conhecimento e também na parte espiritual; muitas têm se convertido ao evangelho por meio da escola”, conta o pastor Luciano. Hoje, crianças que não tinham como ter acesso à educação são atendidas pelo trabalho e frequentam a escola.

As mulheres da região também são beneficiadas pela missão. Aproximadamente 70 fazem parte do Projeto Nunca é tarde para aprender, que dá oportunidade para adultos serem alfabetizados e para a evangelização dos participantes. Elas também aprendem vários tipos de artesanato, confeccionados para uso próprio. Estes projetos incentivam as mulheres a criarem o material para próprio recurso e tem aumentado a autoestima delas.

O pastor Luciano conta que os objetivos futuros da missão são aumentar os núcleos de alfabetização da população e o ensino do artesanato nas aldeias que possuem trabalhos do projeto. Com esse foco, a função do pastor em Guiné é fundamental e bem recebida pela população e órgãos governamentais.

Com essa boa aceitação, o projeto trabalha na implantação de igrejas, e atualmente, existem oito igrejas em Guiné-Bissau. A missão prepara obreiros, que trabalham em tempo integral para a igreja e são remunerados, além de ter o Instituto Bíblico Esperança, onde os obreiros são preparados na área teológica. As ações evangelísticas são realizadas todos os meses com cultos ao ar livre e projeção de filmes para a população local.

O evangelho levado para o país gera grandes frutos e transforma a vida de muitas crianças, jovens e adultos. O projeto leva esperança e salvação para as pessoas de Guiné. Estudantes, que antes não tinham expectativa de vida, buscam sonhos que eram inalcançáveis para a sua realidade e, hoje, podem ingressar em universidades e começar a mudar a história do local onde vivem.


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