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"Home School": A estratégia para o ensino não parar em Guiné-Bissau

Mesmo sem internet, os missionários desenvolveram um formato das crianças não ficarem sem estudar durante a quarentena

16/06/2020

Como manter a educação durante a quarentena quando nem todos têm acesso à internet? Lá na África, essa mesma questão foi levantada pelos missionários Pr. Luciano e Vanessa Fraga. Eles buscavam uma forma de dar sequência no ano letivo de seus alunos, e foi então que surgiu a ideia do “home school”, a escola em casa.

“Assim que o transporte público foi liberado, mesmo que os alunos não pudessem estar na escola, os professores começaram a fazer cópias das matérias e exercícios. Assim, os pais vêm até a escola, levam os deveres para casa e depois retornam para fazermos a avaliação”, contam. Mesmo sem internet, eles têm se movido como podem para que o ensino não pare.

Essa luta pela educação é ressaltada neste 16 de junho, quando se comemora o Dia da Criança Africana. Essa data nasceu quando milhares de estudantes exigiram às autoridades um melhor ensino e o aprendizado das línguas nativas, e não apenas o inglês. Essa luta deixou várias vítimas que são homenageadas nesse dia.

Nós incentivamos que a educação chegue em todo lugar! Por isso, apoiamos projetos como o desses missionários. Eles chegaram em Guiné-Bissau em 2006. Em 2009, construíram a primeira escola. Hoje, têm três escolas e mais de 500 alunos. Muitos desses alunos tinham que caminhar mais de 5 km por dia para chegar em uma escola, e agora, por causa desse projeto, podem aprender perto de casa.

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