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Lutando pela vida

Com o propósito de continuar contribuindo para uma sociedade melhor, a AVEC abraçou o projeto Lutando pela Vida, localizado na Vila Kennedy, em Bangu.

07/11/2017 Lutando pela vida

Para a Associação Vitória em Cristo, não há nada mais recompensador que ver vidas sendo restauradas, e pessoas declarando que a fonte dessa transformação é o amor de Cristo agindo por meio de homens e mulheres dispostos a serem canais de bênção onde quer que estejam.

Com o propósito de continuar contribuindo para uma sociedade melhor, a AVEC abraçou o projeto Lutando pela Vida, localizado na Vila Kennedy, em Bangu. Este projeto social tem como objetivo resgatar crianças, jovens e adultos da ociosidade e até do tráfico, introduzindo-os ao mundo da luta, sabendo que o maior combate deles é contra as drogas.

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O maior exemplo para os participantes do Lutando pela vida é o idealizador e líder do projeto, Fábio Leão. Ex-detento, Fábio já foi gerente de uma facção criminosa no Rio de Janeiro. Quando foi para o presídio Muniz Sodré, em Bangu, o diretor Gilson Nogueira o chamou para uma conversa, onde lhe foi proposto dar aulas de boxe para os outros detentos em troca da redução de sua pena, com a condição de fazer uma oração antes e após as aulas.

Fábio saiu do crime, largou as drogas, aceitou a Cristo e, mesmo cumprindo pena, sentiu-se livre pela primeira vez. Hoje, além de ser tricampeão de muay thai, Fábio Leão é palestrante motivacional, e responsável por um projeto que beneficia 470 pessoas.

O Lutando pela vida passou por momentos difíceis quando não tinha mais lugar para treinar. “A gente treinava debaixo do sol, sem proteção para as crianças. Era uma situação bem precária. Quando uma das crianças passou mal e desmaiou por causa do calor, paramos”, relata Fábio. Eles ficaram assim por seis meses, até que a AVEC entrou com a ajuda, custeando o aluguel para o projeto por cinco anos. Fábio agradeceu: “Sem a AVEC não daria para continuar. Agradeço muito pelo apoio, que é um incentivo para continuarmos lutando”. 

A transformação de vida faz parte do projeto. T.A, uma jovem de 17 anos, entrou para o Lutando pela vida em agosto, e foi o suficiente para que se apaixonasse pela luta e saísse do crime. “Fiquei mais calma, animada. O Fábio aconselha a gente, fala de Deus, incentiva a fazer exercícios físicos”. Quando indagada sobre vício, ela respondeu: “Agora, viciada só no projeto”. Em relação ao futuro, T.A foi enfática: “Lutar. É o que eu quero: lutar pela vida”.

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